Sobre os Cientistas de Pé - que fazem stand up comedy - ver também aqui os videos da performance na Noite dos Investigadores-
c.q.d. é a versão portuguesa da expressão latina Quod erat demonstrandum, Q.E.D. Significa "como se queria demonstrar" e é usada quando se chega ao resultado pretendido em demonstrações matemáticas ou filosóficas. A c.q.d. é uma associação sem fins lucrativos que se destina à organização e promoção de eventos culturais, sociais, artísticos e científicos.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Ante-estreias Cientistas de Pé em Lisboa
Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) voltam a fazer o espectáculo Cientistas de Pé - novos textos, novas preocupações, o mesmo bacalhau em vias de extinção para o jantar. O romantismo da reprodução assexuada, o caso dramático de um jovem privado do homeopatia desde pequenino, a vida de um informático na óptica do utilizador, como travar a fuga dos imigrantes desempregados, a crise de identidade do lixo e uma palavra amiga para os milhões de espermatozóides que nunca viram um óvulo. Por exemplo, não quer dizer que seja isto.
16 de setembro, 22h00
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Rua D. Carlos I, 61 - 1º
Lisboa
Entrada: 3€
17 de setembro, 22h00
Centro LGBT - Associação ILGA Portugal
Rua de S. Lázaro, 88
Lisboa
Entrada Livre
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
Prémio Ideias Verdes 2010 para Cientistas de Pé
É hoje entregue o Prémio Ideias Verdes Fundação Luso - Expresso 2010, atribuído a dois projectos de sensibilização e educação ambiental pela arte.
Cientistas de Pé, projecto de David Marçal para criar e produzir novos espectáculos de Stand-up Comedy com cientistas, desta vez apenas sobre temas ambientais, é um deles.
David Marçal, texto, e Romeu Costa, direcção de actores
Cientistas de Pé foram originalmente criados para os Cientistas ao Palco de 2009 e são re-editados para a Noite dos Investigadores deste ano, em Lisboa - em estreia dia 24 de setembro no Jardim Botânico Tropical, com novos textos. Ante-estreias a 16 e 17 de setembro, em Lisboa.
Parabéns ao autor e a toda a equipa dos Cientistas de Pé!
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Cientistas de Pé em acção
No ano passado foi assim
Actuação no Open day da Lx Factory, a convite do Cowork Lisboa.
E este ano? Venha ver os aquecimentos para a Noite dos Investigadores.
16 de Setembro
22h00
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Rua D. Carlos I, 61 - 1º
Lisboa
3€ - contribuição para o nascimento da nova Cossoul
17 de Setembro
22h00
Centro LGBT - Associação ILGA Portugal
Rua de S. Lázaro, 88
Lisboa
ENTRADA LIVRE
Coordenação de texto: David Marçal
Direção de actores: Romeu Costa
Com: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, Ivette Pacheco, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Guedes Vaz
Espaço cénico: Romeu Costa
Produção: cqd
Agradecimentos:Manuel Pereira, Mário Rainha Campos, Rui Ribeiro
Actuação no Open day da Lx Factory, a convite do Cowork Lisboa.
E este ano? Venha ver os aquecimentos para a Noite dos Investigadores.
16 de Setembro
22h00
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Rua D. Carlos I, 61 - 1º
Lisboa
3€ - contribuição para o nascimento da nova Cossoul
17 de Setembro
22h00
Centro LGBT - Associação ILGA Portugal
Rua de S. Lázaro, 88
Lisboa
ENTRADA LIVRE
Coordenação de texto: David Marçal
Direção de actores: Romeu Costa
Com: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, Ivette Pacheco, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Guedes Vaz
Espaço cénico: Romeu Costa
Produção: cqd
Agradecimentos:Manuel Pereira, Mário Rainha Campos, Rui Ribeiro
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Conheça os Cientistas que fazem Stand up Comedy
Bruno Pinto
Licenciado em biologia, trabalhou durante alguns anos no estudo e conservação de espécies ameaçadas e em educação ambiental, tendo passado um ano de folia em Inglaterra em que também aproveitou para fazer um mestrado. Como se esses longos anos de estudo não bastassem, ainda fez um doutoramento na área da história ambiental que lhe deu muitas dores de cabeça e desenvolve actualmente um projecto de pós-doutoramento no Museu Nacional de História Natural. Nos seus tempos livres, fez teatro, aprendeu música, dedicou-se (e ainda se dedica) à fotografia e escreveu humor. Há rumores de que já consegue atar os atacadores dos sapatos sem a ajuda da sua mãe.
Foi em Faro onde passou alguns anos da sua vida a aprofundar o seu gosto pelo mar ou a fazer o que também se pode considerar de uma Licenciatura em Biologia Marinha e Pescas. Trabalhou em taxonomia de invertebrados marinhos (todos os outros organismos que não interessam porque não são peixes e não se comem) e fez uma tese de mestrado sobre os caranguejos casa-alugada (uns espécimes que rentabilizam o excesso de conchas vazias no oceano). Nos últimos tempos tem estado fora de água. Trabalhou na área da comunicação de ciência e recentemente iniciou o seu doutoramento na área do consumo sustentável de peixe. Aceitou o desafio de fazer Stand-up Comedy para ultrapassar o seu maior receio: que o céu lhe caía em cima da cabeça.
Daniel Silva
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Licenciado em Informática, está a efectuar um Doutoramento em Bioinformática no Instituto de Medicina Molecular de Lisboa em coisas altamente complexas que nem o próprio percebe. Trabalhou durante dois anos no sector privado, porque o dinheiro também faz falta, onde foi coordenador de uma área de Business Intelligence. Quando não está entretido a brincar com os zeros e uns, gosta de fazer barulho, ou como alguns eruditos o definem “música”, tocando bateria. Também é um aficionado por desporto: basquetebol, futebol, ténis, andebol, futsal, levantamento do copo e arremesso do coirato.
Ivette Pacheco
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Licenciada em Engenharia Química e mestrada em Bioquímica, no México. Até o final do ano 2009 encontra-se entre as pessoas mais procuradas por genocídios de 1º grau a baratas, aranhas, bactérias, vírus e principalmente ratinhos. Mas devido ao facto de partilhar nacionalidade com o homem mais rico do mundo e com a Miss Universo 2010 foi absolvida das acusações. Actualmente, está a preparar um Doutoramento em Ciências Biomédicas na Universidade do Algarve, relacionado com a reinvenção do coração, porque alguem tem que reparar o dos homens!
João M. Damas
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Licenciado em Bioquímica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é actualmente estudante de doutoramento em simulação biomolecular no Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa, em Oeiras. O benjamim dos Cientistas de Pé é um internauta inveterado e amante das novas tecnologias, embora também goste de embarcar de vez em quando em experiências outdoor, como campismo ou escalada. Apesar de confiar muitos nos amigos, é um céptico por natureza: detesta demagogia, crendices, banha da cobra e sobretudo pulseiras quânticas
Sandra Mateus
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Licenciada em sociologia, pós-graduada em Educação e Sociedade e quase quase doutorada em sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), dedica-se aos mistérios sociais da educação, juventude e etnicidade. Tem coração africano, ansiedade portuguesa e apetite italiano. Cresceu numa família de palhaços mas, infelizmente, não herdou nenhuma comicidade. Gosta de partir preconceitos à martelada, e milita facilmente por boas causas, como a preservação das baleias japonesas, o combate às desigualdades sociais e a defesa dos direitos dos cantores de hip-hop e B-Boys. Sonha ganhar um Nobel, mesmo que seja só da Paz. Define felicidade como o acto de entrar em aviões ou comboios com destinos improváveis.
Sofia Guedes Vaz
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Engenheira do ambiente e doutorada em filosofia do ambiente, dedica-se agora a um pós-doutoramento para se preocupar com consumo sustentável, na Universidade Nova de Lisboa. Foi emigrante em Copenhaga durante sete anos e fez o mestrado e parte do doutoramento em Inglaterra. gosta da palavra irrequieta, tem alma de nómada e detesta saber onde poderá estar daqui a 5 anos. Já teve mais de dez empregos, o mais longo o tal de sete anos na Agencia Europeia do Ambiente. A crise ambiental deve-se ao facto de ninguém a levar a sério. Não acha particular graça ao humor, não sabe quem é um humorista de que todos falam mas não gostam e raramente alguém ri do que diz. Stand up é um último reduto para tentar mudar o mundo, se não funcionar vai dedicar-se a dar banho a cães. É canhota, tem dois filhos, já correu uma meia maratona e detesta atum.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Cientistas de Pé a escalar
Os Cientistas de Pé foram convocados para mais trabalho - incluindo a Noite dos Investigadores 2010. E para começar a pensar nos textos e actuações para o grande dia de Setembro passaram um dia a aprender (mais) actividades: escalar uma rocha.
David Marçal, coordenador dos Cientistas de Pé, para além de ciência e humor também sabe desafiar a gravidade rochas acima e explicou desse mister aos investigadores-humoristas
O Diogo Serrano, que foi dar apoio técnico à actividade, também ajudou à demonstração prática - querer é poder.
Os rapazes preocupavam-se.
A Sofia Vaz, engenheira do ambiente, também embarcou nesta aventura
E até levou os filhos, que não apenas foram uma excelente inspiração para o seu texto de 2009 como uma óptima companhia para os escaladores de fim de semana.
Os rapazes finalmente aventuraram-se. O Daniel Silva do alto do seus 1,92m pensava que bastava esticar a mão para chegar lá acima, mas afinal teve mesmo de pôr o arnês e puxar todo o seu peso para superar a prova.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
Cientistas de Pé na Lx Factory
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Cientistas de Pé em Oeiras
No próximo sábado, 21 de Novembro, o Instituto Gulbenkian de Ciência abre as portas a todos os interessados em ver como funciona e quem nele trabalha. Há actividades durante todo o dia e para todas as idades, e às 22h00 há cientistas que sobem ao palco: os de pé, que fazem stand-up comedy.
Programa completo aqui
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Cientistas de Pé na Ilga
Ante-estreia do espectáculo de Stand-up Comedy com cientistas e sobre ciência, a ser preparado para a Noite Europeia dos Investigadores de Lisboa - a 25 de Setembro, no Anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian.
Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).
A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).
Ficha técnica
Actores: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Leite e Sofia Vaz
Direcção de texto: David Marçal
Direcção de actores: Romeu Costa
Duração: 1h
Produção: c. q. d. - como queríamos demonstrar
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domingo, 12 de julho de 2009
Expectativas
A expressão da apresentadora do programa quando o David Marçal mencionou que os Cientistas ao Palco incluem Stand-up comedy representa quanto as pessoas acham surpreendente a possibilidade de investigadores terem piada. De fazerem teatro em geral, cómico em particular. De fazerem o que quer que seja fora da ciência, na realidade.
Os cientistas que sobem connosco ao palco não apenas têm tempo para os ensaios artísticos como se dedicam ao remo, canoagem, patinagem artística, danças latino-americanas, dança contemporânea, danças tradicionais, tai-chi, montar a cavalo e apanhar potros selvagens, escalada, natação e pilates. Cozinham para os amigos, mergulham até às profundezas do oceano ou sobem aos céus para cairem de pára-quedas. Para além de uma praticante de taekwondo pronta a criar-vos uma abertura especial para estes temas.
No entanto a maioria das pessoas mais facilmente estará à espera da inquisição espanhola que a vê-los brilhar.
A nossa principal arma é a surpresa; a supresa e a qualidade. As nossas principais armas são a surpresa, a qualidade dos espectáculos e a capacidade de entertenimento. Três, são três armas principais. Quatro, com o rigor científico. Temos quatro armas.
Quem dá mais?
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
O palco dos cientistas em Lisboa
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domingo, 5 de julho de 2009
Cientistas cómicos??!? Ahahaha!
Ensaio dos Cientistas de pé, no Fórum Lisboa.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Repto aos não-cientistas: Qual a vossa imagem da vida amorosa de um cientista?

Imagem do calendário erótico da Federación de Jovenes Investigadores / Precarios
Uma cientista do grupo de stand-up lançou este repto aos seus amigos e familiares. Todas as respostas recebidas até agora. Anónimas, apenas com indicação de genéro. Deixe-nos também a sua, na caixa de comentários!
(Masculino ; Feminino)
1.
Assim sinceramente (e não pensando em nenhum cientista em especial, nem em ti) os cientistas não têm uma vida amorosa normal? Isto é dentro das anormalidades que o amor implica obviamente! ou seja, uma vez que um cientista é um ser humano normal, tal como qualquer outro, acho que tem uma vida amoraosa normal! Por isso priminha, fica descansada!!! És normal como os outros!! :) F
2.
Como as enzimas, uns "enzima" dos outros bem juntinhos, como cadeias de DNA e barulhentos como electroes: Planck planck planck! F
3.
Acho que é cheia de experiencias M
4.
Eu acho que tu namoras com uma amiba M
5.
A vida amorosa de um cientistas deve envolver muita química... F
6.
Acho que dedicam demasiado tempo ao trabalho passando a vida amorosa para segundo plano. Depois como não sabem lidar com a vida amorosa, afastam-se das pessoas. M
7.
Pelo que conheço dos cientista de hoje em dia são em geral pessoas com a mentalidade aberta e pouco agarrados a tradições como o casamento. Geralmente vivem maritalmente ou sós. Como cientistas viajam bastante e por vezes por periodos alargados, como um ano ou mais. Muitos cientistas que conheço conseguem manter uma relação apesar de estarem muito tempo à distancia. M
8.
Eu acho que o Einstein era menino para se “esquecer” da função física se uma função diferencial lhe acometesse a mente.
Acho que o Darwin deveria supre activo para melhorar a evolução. Talvez tentasse variadíssimas posições e situações para estimular a variedade.
O Custeau fá-lo-ia, garantidamente no mar.
O Pasteur, só depois de devidamente limpo e esterilizado. Ele a companheira, a cama, o quarto e, provavelmente, em ambiente de subpressão com entrada Eppa.
O John Watson, em espiral. E sempre, duplamente.
O Descartes pararia para pensar, cogitar.
O Damásio nem pensaria.
Platão fá-lo-ia atrás de um lençol iluminado - para projectar as sombras.
Arquimedes numa banheira.
Maxwel em saca rolhas
Pierre Curie... por rádio (hoje, talvez internet)
Mas o mais explosivo, sexualmente seria, sem dúvida, o Nobel! Verdadeira dinamite. M
9.
“Para mim a vida amorosa de um cientista deve ser muito metódica :D Tudo com procedimentos bem definidos, rotinas escalpelizadas, e tudo com muita sustentação teórica :)
Bem, acho que se for um cientista NO EXAGERO DA PALAVRA (Aquele que é tipo cientista-maluco) a sua vida amorosa deverá ser uma vida em que devido ao seu horário de trabalho não rígido, deverá ter alguns problemas no que diz respeito à busca do seu grande amor e mesmona sustentação familiar de um relacionamento presente. Isto pq o seu horário muitas vezes o condiciona a ele e faz com que ele se interesse e se entusiasme por vezes demais no seu trabalho e menos um pouco na sua família. Um cientista é tão metódico e tão com os procedimentos bem definidos que via tudo o que tivesse a ver com a mulher relacionado com a ciência, ou seja, instigar-se sempre com o “porque”, (pq é k a mulher é assim? Pq é k a mulher tem tt necessidade de falar? Pk é k a mulher tem tanta necessidade de se vestir bem e de ser vaidosa? Pk é k a mulher tem necessidade de dizer mal das outras)…. E também com o “Como” (como é k a conquistarei? Como é k a mulher terá mais prazer? Como é k a posso levar a jantar?) e o “o que é? (O que é k a faz gostar mais de mim? O que é o prazer? O que é o amor? O que é o carinho”) M
10.
Bom, em primeiro há que salientar a qualidade da língua de um cientista. É impressionante o inglês técnico que dominam e mais impressionante ainda é que o utilizam (tb para mostrarem que o possuem) durante todo o tempo da “vida amorosa”, falam em estrangeiro que só eles devem perceber. Um cientista em que país for é sempre um estrangeiro.
O segundo ponto é ainda mais estranho, nos finais dos actos amorosos da “vida amorosa” é normal que aconteçam coisas, hummmm…, “diferentes”, que nos os leigos (não cientistas) achamos normais e deixamo-nos estar todos contentes sentados no sofá. Agora não é normal no fim ir a correr para o Google para se tentar provar o quer que tenha acontecido, é pá, quebra a parte amorosa. Tirando isso acho normal. M
11.
Conseguem manter as ditas relações, mesmo com grandes períodos de ausência, uma vez que SE ESQUECEM que têm essas relações! (a ideia do cientista alienado do mundo). se vivem sós é porque não encontraram ninguém que aturasse as quebras para idas ao google! F
12.
Bastante farta e experimental. Nao sera por acaso que os tipos invetaram o Viagra uma das maravilhas do seculo, dizem! Qual tensao arterial alta ou colesterol... Viagra obedeça a prescrição e deixem-se de intelectualidades! Imaginem depois de tanta proveta e artefactos em forma de dildo!!! M
13.
Acho q pode ser menos vivida do ponto de vista sentimental pq é mais analisada do ponto de vista do processo em si e das reacções em causa. Ou seja, por exemplo um ginecologista! Eu acho sempre q eles a fazerem sexo estão sempre a pensar "ah, agr se puser o dedo ali no lijfoifhwfqlkfjlqk da minha companheira aquilo tem lá muitos circuitos nervosos e ela vai gostar" em vez de "go with the flow", o que deve ser um bocado chato, coitados...
Enquanto q aqueles q não são cientistas abstraem-se mais de tudo enqt estão a fazer o amor. É mais naquela de "ok, trabalho àparte, agora é para pinocar!" Só. E chega! Resumindo: um cientista, se não se puser a pau, pode ser muito chatinho na sua vida amorosa! F
14.
eu diria que o einstein se aproveitou melhor da teoria da relatividadade na sua vida amorosa...és feio, isso é relativo, és mau na cama, isso é relativo, querido, entao e eu, isso é relativo e.... e tb imagino um cientista a fazer um protocolo antes e um mapa de resultados depois e a entregar um esquemazinho...e a dizer “mas por favor diz-me se errares” F
David Marçal
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Cientistas de pé - o balanço do workshop de Stand-up Comedy (com rigor e números)
Pelo grupo de trabalho em Stand-up para a Noite dos Investigadores (Lisboa)
Fazendo uma análise da habitual pergunta em fichas de inscrição acerca da profissão do avô materno (e o formulário dos cientistas ao palco não foi excepção) conclui-se que o desemprego é um fenómeno recente.

No final do workshop de stand-up-comedy os participantes não cabiam em si de contentes. Mais fotografias aqui.
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Stand up - Cientistas de pé
Pelo grupo de trabalho em Stand-up para a Noite dos Investigadores (Lisboa)
Será implementado um processo em que ao longo de várias sessões é construído o espectáculo, tanto a construção do texto (David Marçal) como o desenvolvimento de técnicas de voz e corpo (Romeu Costa) que permitam aos cientistas adquirir as ferramentas performativas necessárias à apresentação de um espectáculo com qualidade.
Durante o período de ensaios prevemos apresentações públicas periódicas que permitam aos não-actores ganhar confiança performativa perante uma plateia, enquanto consolidam o texto.
No mês de Setembro e até à Noite dos Investigadores serão realizados 5 a 8 ensaios finais procurando reproduzir o mais possível a situação cénica previsível da Noite dos Investigadores e fazer uma evolução performativa de modo a integrar elementos como som, luz e figurinos.Na Noite dos Investigadores apresentaremos um espectáculo constituído por actuações individuais, com recurso a iluminação de cena e som (voz ou música).
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