segunda-feira, 10 de maio de 2010

Cientistas de Pé na Lx Factory

Venha (re)ver os cientistas de pé no open day da Lx Factory - dia 14 de Maio às 21h30.

David Marçal e Romeu Costa

Bruno Pinto

Daniel Silva


João Damas



Sofia Guedes Vaz


Todo o programa aqui

sexta-feira, 19 de março de 2010

A cqd em cowork na Lx Factory

A cqd tem um novo espaço de trabalho - juntámo-nos a outros profissionais independentes e empreendedores num projecto pioneiro e inovador em Portugal, o cowork.

Trabalhamos na Lx Factory com vista para o Tejo, em breve divulgaremos novidades de tão azul inspiração.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Cientistas de Pé com os Simbiontes no Chiado

19 de Dezembro às 18h00, os cientistas de pé juntam-se à Associação Viver a Ciência para angariar fundos para a investigação científica em cancro - o evento é de entrada livre, pode aproveitar para ver os quadros que ainda não foram vendidos e assim poder também contribuir para esta causa.

A Exposição Simbiontes, que está no Chiado desde 28 de Novembro e que pode ser vista até 23 de Dezembro, é constituida por obras produzidas por crianças em ambulatório no IPO de Lisboa e ilustrações do pintor da Ar.Co, Ângelo Encarnação. Os fundos a obter com a venda dos quadros serão aplicados num Prémio de investigação científica em cancro.

As peças artísticas tiveram origem numa série de ateliers pedagógicos e criativos no IPO de Lisboa, organizados pela Associação Viver a Ciência, em parceria com a Ar.Co, e inspirados no conto “A menina do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Na sequência do projecto surgiu também o livro pedagógico “Os Amigos da Menina do Mar”, da autoria da bióloga da Associação Viver a Ciência Raquel Gaspar e com ilustrações de Ângelo Encarnação, que pretende explicar aos mais pequenos alguns dos mistérios relacionados com as espécies marinhas. Os lucros da sua venda juntam-se também ao fundo comum do projecto Simbiontes.

O projecto Simbiontes – que ambiciona envolver vários sectores da sociedade em torno da angariação de fundos para a ciência - é globalmente apadrinhado pela presidente da SIC Esperança, Mercedes Balsemão.



Mais informações: Blogue dos Cientistas de Pé, Projecto Simbiontes, Galeria Simbiontes Leilão Simbiontes a 28 de Novembro Exposição Simbiontes Livro "Os Amigos da Menina do Mar" Ângelo Encarnação expõe trabalhos no Chiado Plaza Mapa: Como chegar ao Chiado Plaza

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cientistas ao Palco de Coimbra

Os espectáculos Stupid Design e Nascer da Evolução voltam a subir a cena
Museu da Ciência de Coimbra
25 e 26 de Novembro
Entrada livre


STUPID DESIGN
Um conjunto excepcional de circunstâncias permite a um conferencista que habitualmente não é convidado para encontros científicos apresentar uma teoria alternativa à Evolução para explicar a biodiversidade. É também explicado para que é que servem os mamilos dos machos e os pêlos nas orelhas. Serão apresentadas evidências científicas, distribuídos cartões profissionais e será sorteado na presença de um representante do Governo Civil (ainda não confirmado) um fim-de-semana para casais no deserto do Negev (sujeito ao stock existente).
Trata-se de uma sátira às teorias do “desenho inteligente” (ou intelligent design) que procuram travestir o criacionismo como ciência O espectáculo procura demonstrar que não é o formalismo e a complexidade de linguagem que tornam uma teoria científica. A base da ciência é a prova.

Texto David Marçal\Encenação Amândio Pinheiro\Interpretação Carlos António \Figurinos Maria Gonzaga\Financiamento União Europeia, Programa Marie Curie\Apoios Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

NASCER DA EVOLUÇÃO
A acção decorre num mundo futurista não muito distante em que as teorias do criacionismo e do desenho inteligente prevaleceram sobre a Evolução, que é vista como uma teoria retrógada e obsoleta. Neste contexto, o médico e investigador João Honório acaba por descobrir através da sua prática clínica que as bactérias podem desenvolver resistência a antibióticos - o que é um exemplo de evolução. Cai em desgraça na comunidade científica e vê-se remetido ao seu corpo como último reduto para prosseguir os seus trabalhos de investigação.
O espectáculo faz uma alusão implícita aos movimentos crescentes, especialmente nos EUA (felizmente ainda com uma expressão limitada em Portugal) que procuram fazer passar o Desenho Inteligente (a ideia de que a biodiversidade resulta de uma criação inteligente) como uma teoria científica. É também uma abordagem sobre a capacidade de as bactérias desenvolverem resistência aos antibióticos, e a importância da utilização responsável de antibióticos.
O Dr. João Honório é interpretado pelo actor Cláudio Silva. Os restantes personagens são interpretados por 14 investigadores da Universidade de Coimbra, que participam no espectáculo através de vídeos que intercalam a acção ao vivo.

Texto André Levy\a partir de uma ideia de David Marçal\Encenação Amândio Pinheiro \Interpretação Cláudio Silva\Participação especial em vídeo dos investigadores Adérito Araújo, Ângelo Tomé, Ana Luísa Cardoso, Ana Rita Álvaro, Alexandrina Ferreira Mendes, Carlos Fiolhais, Cláudia Cavadas, Elisabete Augusto, Elsa Henriques, Raquel Ferreira, Paulo Gama Mota, Sara Trabulo, Sónia Duarte, Teresa Girão, Teresa Rosete\Vídeo João Leal e José Pedro Magano\Cenografia Maria Gonzaga e Museu Nacional da Ciência e da Técnica de Coimbra\Financiamento União Europeia, Programa Marie Curie\Apoios Museu da Ciência da Universidade de Coimbra

SOBRE OS AUTORES
André Levy é um biólogo evolucionista e actor. David Marçal é bioquímico e autor de diversos textos de humor científico, publicados no Inimigo Público.

25 e 26 de Novembro
21h30 Stupid Design
22h30 Nascer da Evolução
Museu da Ciência
Laboratório Chimico
Largo Marquês do Pombal
Coimbra
ENTRADA LIVRE

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Cientistas de Pé em Oeiras


No próximo sábado, 21 de Novembro, o Instituto Gulbenkian de Ciência abre as portas a todos os interessados em ver como funciona e quem nele trabalha. Há actividades durante todo o dia e para todas as idades, e às 22h00 há cientistas que sobem ao palco: os de pé, que fazem stand-up comedy.


Programa completo aqui

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cientistas ao Palco do Teatro Nacional D. Maria II


Depois da Noite dos Investigadores, os Cientistas continuam a subir ao palco - o espectáculo de Teatro-Fórum De que falamos quando falamos de cientistas? vai poder ser visto no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, dias 20 de Outubro e 17 de Novembro, 19h00, entrada livre.


Para os que viram e ficaram a pensar em melhores estratégias de enfrentar ou resolver os conflitos, esperamos por vocês. Para os que não conseguiram ouvir tudo, a oportunidade de não perder pitada. Aos que não puderam partilhar connosco a noite especial dos investigadores - a possibilidade de o fazerem noutro cenário.


Sinopse
A vida dos cientistas tal como ela é: como se começa a carreira de investigação, como é que se conjuga o trabalho com a família e amigos, ficar ou ir embora de Portugal, o que são os orientadores e o que fazer quando desorientam. O que são bolsas e empregos científicos? De que vivem, o que querem, de onde vêem e para onde vão?
Só vale a pena ser cientista se for para descobrir a cura definitiva do cancro, a vacina para o HIV ou ganhar o prémio Nobel?
Cientista que se transformaram em actores para explicar tudo isto e mais, num espectáculo de teatro fórum que tenta responder à grande pergunta:Afinal, de que é que falamos quando falamos de cientistas?
_____
O Teatro-Fórum é um género teatral que pede a actuação da plateia na discussão dos conflitos apresentados em palco: os espectadores transformam-se também em actores para ensaiarem possíveis resoluções ou novas formas de discutir as questões apresentadas.

Ficha técnica
Autoria: David Marçal, Joana Lobo Antunes e Romeu Costa
Encenação: Romeu Costa
Interpretação: Américo Duarte, Ana Castro, Ana Osório Oliveira, Andrea Santos, Catarina Francisco, Catarina Silva, Cláudia Andrade, Cláudia Gaspar, Mariline Justo e Sónia Negrão
Direcção: Joana Lobo Antunes e Romeu Costa
Produção: c. q. d. - como queríamos demonstrar
Agradecimentos: Ângela Crespo, Leonor Alves, Luís Branco, Pedro Ferreira, Rosana Rocha
Financiamento: União Europeia, Programa Marie Curie
Apoios: Fórum Lisboa, Instituto de Medicina Molecular, Instituto de Tecnologia Química e Biológica, Instituto Gulbenkian de Ciência, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Bragança.
Duração: 1h15

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Noite dos Investigadores em Lisboa

A plateia do anfiteatro ao ar livre da Gulbenkian esteve cheia a noite toda -muito obrigado a todos os que vieram e partilharam a experiência connosco




Até o palco teve espaço para mais espectadores, durante a interacção com o público do Teatro-Fórum






O grande final com todos os cientistas que subiram ao palco e os agradecimentos da coordenadora nacional, Ana Godinho

Os cientistas ao palco não vão ficar por aqui. Estejam atentos às novidades e à calendarização de espectáculos para breve.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cientistas de Pé na Ilga

Ante-estreia do espectáculo de Stand-up Comedy com cientistas e sobre ciência, a ser preparado para a Noite Europeia dos Investigadores de Lisboa - a 25 de Setembro, no Anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian.

Sete cientistas das mais diversas áreas (excepto das que têm empregabilidade) fazem o espectáculo Cientistas de Pé. São abordados temas como o futebol, sexo, religião, o maior problema ambiental do mundo, mensagens para os extraterrestres, ciências leves, ciências duras e o papel dos homens na ciência (não necessariamente por esta ordem).

A comicidade é assegurada por uma série de rigorosos testes realizados em laboratório, pelo que o público nem precisa de se preocupar em rir. A duração do espectáculo é cerca de 50 minutos (mais encores).

Ficha técnica
Actores: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Leite e Sofia Vaz
Direcção de texto: David Marçal
Direcção de actores: Romeu Costa
Duração: 1h
Produção: c. q. d. - como queríamos demonstrar


11 de Setembro
22h00
Associação ILGA Portugal
Rua de S. Lázaro, 88
Autocarro: 790
Metro: Martim Moniz
Mais sobre os Cientistas de Pé: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

domingo, 12 de julho de 2009

Expectativas

A expressão da apresentadora do programa quando o David Marçal mencionou que os Cientistas ao Palco incluem Stand-up comedy representa quanto as pessoas acham surpreendente a possibilidade de investigadores terem piada. De fazerem teatro em geral, cómico em particular. De fazerem o que quer que seja fora da ciência, na realidade.

Os cientistas que sobem connosco ao palco não apenas têm tempo para os ensaios artísticos como se dedicam ao remo, canoagem, patinagem artística, danças latino-americanas, dança contemporânea, danças tradicionais, tai-chi, montar a cavalo e apanhar potros selvagens, escalada, natação e pilates. Cozinham para os amigos, mergulham até às profundezas do oceano ou sobem aos céus para cairem de pára-quedas. Para além de uma praticante de taekwondo pronta a criar-vos uma abertura especial para estes temas.

No entanto a maioria das pessoas mais facilmente estará à espera da inquisição espanhola que a vê-los brilhar.





A nossa principal arma é a surpresa; a supresa e a qualidade. As nossas principais armas são a surpresa, a qualidade dos espectáculos e a capacidade de entertenimento. Três, são três armas principais. Quatro, com o rigor científico. Temos quatro armas.

Quem dá mais?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Ensaios de Teatro Fórum em Lisboa

Os cientistas ao fórum no palco do Fórum Lisboa (sim, adoramos pleonasmos)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Cientistas no Facebook


Os cientistas ao palco não são os únicos a usarem as novas tecnologias para se mostrarem e multiplicarem aos olhos do mundo.

Há vários grupos muito interessantes a visitar nessa plataforma social; desde logo o Top 10 reasons why you should date a Scientist! A saber:

10 - The world revolves around Scientists, we know how everything works!

9 - We are over-exposed to latex and have become very tolerable

8 - We are "Oh so smart" you'll never be mentally bored with us... So you wanna know why your poo is brown?

7 - All this thinking we do is terribly draining, so we like to be physically challenged & EXPERIMENT too!

6 - There's no need to see a doctor when you're with us, we've seen & tested just about every bacterial disease there is!

5 - We're physiologically knowledgeable, if you're unhappy about a physical feature, we can Genetically Modify YOU

4 - We can hook you up with all the essential party goods... dry ice, Eppie bombs and a shit load of combustible materials. What more could you want?

3 - We look extremely cute in our white lab coats, especially when we wear nothing underneath

2 - You will sound just as smart as us if you say you're dating a Scientist!

1 - Because if you leave us, we'll willingly use you as a lab rat & inject a virus in you


Há também o We're scientists and we're sexy, já com 17.283 membros (não sabemos se todos cientistas sexys ou pessoas que acreditam ser possível encontrá-los e na internet, mas já temos um agente em campo e prometemos notícias em breve).

Interessante descobrir o We look so sexy in our labcoats, we need goggles... for protection, com mais de 24 mil membros - o que deixou felizes os produtores e distribuidores de óculos de protecção.

Não deixem de passar no informativo You know you've worked too long in a lab when, que tem uma listagem de já 84 itens que permitem fazer o diagnóstico - este conta quase com 40 mil membros.

Gostaríamos de salientar o sintoma nº11: When a non-scientist asks you what you do for a living you roll your eyes and talk science at them until they've loss the will to live (mainly for fun). Garantimos que nenhum dos participantes da Noite dos Investigadores sofre deste problema, e que ninguém, repito ninguém, corre perigo de vida no dia 25 de Setembro.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O palco dos cientistas em Lisboa

O palco do anfiteatro visto das centrais

De um lado





Do outro

E o que verão os cientistas ao palco


Dia 25 de Setembro lá estaremos.



Anfiteatro dos Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian
2 de Julho 2009
Fotografias: David Marçal

domingo, 5 de julho de 2009

Cientistas cómicos??!? Ahahaha!

Ensaio dos Cientistas de pé, no Fórum Lisboa.


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Workshop Career Paths no Instituto Gulbenkian de Ciência

Sabia que apenas 1 em cada 5 doutorados prosseguem carreiras na academia?

Durante 4 dias discutir-se-ão em Oeiras as diferentes vias profissionais que os doutorados podem vir a ter- a vida para além dos Institutos e Universidades.

Entre os palestrantes convidados estão

De 6 a 9 de Julho, no Instituto Gulbenkian de Ciência. Toda a informação e inscrições aqui.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (4)

Disto?


Ou disto?


Uma questão com que a maioria dos investigadores se debate nalguma fase da sua carreira é a de ficar ou ir embora. Ou a de ficar lá, nesse grande país que é o estrangeiro, ou voltar para cá, seguindo o chamamento atlântico da costa oeste da Europa.

Nos últimos anos tem havido crescimento e investimento nos institutos de investigação em Portugal, tornando mais apelativa a carreira nacional. No entanto, a experiência ainda que temporária noutro grupo num país que não o seu é enriquecedor tanto do ponto de vista científico como pessoal.

Em 2000 a União Europeia criou a ERA - European Research Area, uma plataforma para contribuir para a competitividade da investigação científica europeia, aumentando a interacção entre Estados-Membros na partilha de conhecimento, infraestruturas, técnicas e pessoas de forma a estimular e propiciar o sucesso na produção, transferência, partilha e divulgação dos conhecimentos e desenvolvimento tecnológico, contribuindo também com e para a progressão na carreira dos investigadores dos Estados Membros.

Na Carta Europeia do Investigador, documento de 2005 onde se estabelecem princípios e requisitos gerais que devem definir os papéis, responsabilidades e direitos dos investigadores e das entidades empregadoras e/ou financiadoras pode também ler-se que


Do outro lado da balança: clima, gastronomia, família e amigos.

Ir ou ficar?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cientistas ao Palco em Oeiras

Este sábado, dia 20 de Junho, entre as 14h e as 19h30 actividades dos cientistas que se juntam à festa do 250º aniversário - Celebrar Oeiras

Às 18h00 no Palco Família - Cientistas ao Fórum e Cientistas de Pé

O grupo do Teatro Fórum irá recriar todo o processo de criação de um espectáculo: o que é o teatro fórum? o recrutamento dos actores/cientistas; os ensaios; a cena de fórum. Será aberto a perguntas e discussão com a plateia. Para terminar, actuarão os cientistas-de-pé – stand-up comedy por cientistas!

E das 14h00 às 18h00 na Zona Futuro tragam as crianças para meter a mão na massa científica

O DNA de morango – invisível? Não, senhor!
Uma experiência simples que permite extrair e visualizar o DNA de morango. Recorrendo a produtos domésticos – morangos, detergente da loiça, sal de cozinha, filtros de café e álcool – crianças e adultos reproduzem o processo de extracção de DNA utilizado pelos cientistas, podendo levar o DNA para casa, para guardar para sempre!


Células de plasticina
Somos formados por triliões de células...não são todas iguais: têm formas diferentes e fazem coisas diferentes. As células do sangue transportam oxigénio; as do músculo da perna ajudam-nos a dar pontapés na bola. Com plasticina de várias cores, crianças e adultos podem experimentar construir células diferentes, para levar para casa.

O código dos genomas em gomas
A molécula de DNA funciona como uma receita para fazer um ser vivo. Através de um código químico representado pelas letras A, T, C e G é possível construir todas as proteínas que fazem um organismo. A informação contida no DNA pode ser copiada para uma nova molécula de DNA e desta para outra, e outra, até ao infinito, mantendo sempre a mesma receita. Usando gomas de várias cores, crianças e adultos vão poder explorar o que a torna o DNA uma molécula tão especial.

Olhando para dentro de uma molécula
Desde a água ao DNA, o nosso mundo é feito de muitas moléculas diferentes. Através de modelos simples e simulações em computador crianças e adultos poderão entrar na dimensão molecular e conhecer algumas das moléculas de que ainda se procura conhecer a estrutura.

Pelo IGC e ITQB

quinta-feira, 11 de junho de 2009

De que falamos quando falamos de cientistas? (3)

Disto?



Ou disto?



Nos ensaios do Teatro-Fórum continuamos a explorar o que pensam dos cientistas os que não fazem ciência, bem como o que significa progressão na carreira para alguém que investiga, descobre, descodifica e comunica.


Para além do trabalho de pesquisa, investigação e descoberta os cientistas têm de conseguir comunicar a dois níveis:
1. Para os seus pares - em artigos, congressos ou encontros, para não apenas demarcarem o seu território de inovação como para se submeterem ao julgamento de quem também é especialista na mesma área. O processo de discussão e reconhecimento pelos demais é uma das pedras basilares da credibilidade dos dados, sua recolha e validade científica junto da comunidade.
2. Para o público em geral - tentando assegurar que as suas conclusões, mesmo as que parecem mais eclatantes e atraentes para os media em geral, não seja deturpados ou mal-lidos pelos leigos na matéria.


Conseguindo fazer ambas as coisas com sucesso, Yours is the Earth and everything that's on it, and - which is more - you'll be a Scientist, my son!*

Lembramos isso na altura em que tanto se fala da Ida por todos os lados (a esse respeito vale a pena ler o artigo que saiu na PLoS e a análise da comunicação dos respectivos resultados nos media no Público), da alteração do código genético das Candida albicans (na Nature e no Público) e na semana da atribuição do Prémio Príncipe das Asturias das Ciências Sociais a David Attenborough (também há o da Investigação Científica e Tecnológica).


"Nós não estamos a alegar que [a Ida] é o nosso ancestral directo. Isso é de mais. Nós só existimos há poucos milhões de anos e a Ida esteve viva há 47 milhões de anos." Mas o cientista Jorn Hurum assume o espectáculo, que aliás, já tinha sido utilizado no Predador X, que segundo o paleontólogo é a melhor forma de pôr os miúdos interessados em paleontologia. "Qualquer banda pop ou atleta faz o mesmo tipo de coisas. Nós, na ciência, temos que começar a pensar da mesma forma", disse, citado pela "Times Online". (daqui)


Temos?
Também aqui

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A importância de se chamar bolseiro

António Câmara, CEO da Ydreams, sobre o impacto dos bolseiros no Grupo de Análise de Sistemas Ambientais (GASA) da Universidade Nova de Lisboa fundamentais na geração do conhecimento e formação da massa crítica que permitiram a construção da Ydreams e de outras empresas de base científica.

Entrevistado por David Marçal, com imagem de André Levy, na III Conferência de Emprego Científico